22/02/2020

O Polo Antartico Polarizado

Expedição de fotógrafos à Antártida explora ao máximo a tecnologia Prizm de aprimoramento de cores com tratamento Polarizado do modelo Oakley Split Shot, desenvolvido para atividades aquáticas de mar e pesca.
Veleiro e destino Polares merecem lentes Prizm Polarizadas da Oakley. As imagens que o fotógrafo André Dib registrou na Antártida, tiveram um diferencial tecnológico que o ajudou a definir as formas da fauna aquática, num ambiente cercado de branco, onde o excesso de luminosidade dificulta a visibilidade.
 
 
 
 
 
 
 
A convite da My Ok, o fotógrafo André Dib experimentou dois modelos da Oakley, ambos com lentes Prizm Polarizadas, durante expedição de fotógrafos na Antártida.
A ideia era experimentar a funcionalidade das lentes Prizm em dois modelos: o Split Shot e o Ridgeline. Profissional dos mais renomados em capturar material fotográfico mundo afora, André é usuário de Oakley há mais de dez anos, e têm os olhos treinados para fazer o “test drive” e avaliar a experiência do usuário, em condições de temperatura e luminosidade fora do comum. Disse André ao contar como os óculos o ajudaram na aventura.
“Trabalho em ambiente outdoor, externo, em meio à natureza inóspita e condições extremas. Os óculos da Oakley vestem bem, me dão segurança e firmeza, não consigo ficar sem os óculos. As imagens de baleia que fiz, por exemplo, fiz com um Oakley apropriado para velejadores. Foi interessante porque consegui ver através da água e distinguir a fauna marítima da Antártida”.
Disse André ao contar como os óculos o ajudaram na aventura.
 

 

POLARIZADAS IDEAIS EM AMBIENTE POLAR
 
O modelo Oakley Split Shot, foi projetado para ser o melhor design para praticas esportivas aquáticas, sendo indicado para velejadores e pescadores. Possui duas versões de lentes: a DEEP H2O POLARIZADA, própria para mar e a SHALLOW WATER POLARIZADA, desenvolvido para rios, lagos e pesca.
O Oakley Split Shot neutraliza o reflexo da água e propicia mais foco, permitindo maior visibilidade de objetos em profundidade.
As lentes Prizm realçam os contrastes, fazendo os detalhes saltarem aos olhos. A tecnologia por trás dessas lentes se baseia em pesquisas de campo, que identificaram quais são as cores-chaves que precisam ser reforçadas para o Atleta. O objetivo é dar clareza no momento de executar movimentos rápidos e assertivos, em ambiente natural.
 
 
 
 
 
Para produzir esse efeito foram escolhidos corantes especiais que reproduzem e neutralizam o comprimento de ondas, necessários para aumentar a cor e a forma como ela é percebida pelo olho, e aperfeiçoá-las para cada ambiente. Além de identificar contrastes e cores com maior precisão, os testes em laboratório confirmaram a claridade máxima que as lentes proporcionam, combinando alta definição com alta resistência a impactos.
O design e acessórios do Split Shot foram pensados para atividades, esportivas ou não, que reservam surpresas. Os óculos têm um fio de aço, considerado um “sistema de retenção”, e é por causa dele que não se perde o Split Shot na hora da ação (veja o detalhe na foto). O fio é extremamente forte, flexível e substituível. Além das lentes polarizadas e do fio de aço, outras características do produto que mandam muito bem, são o formato do modelo que se adapta ao uso de bonés e chapéus, a amplitude do campo de visão e o estojo protetor.
 
A TRAVESSIA DE DRAKE E O CONTINENTE GELADO
 
 
André Dib já conhecia o cenário isolado da Antártida desde 2015, quando viajou com a Marinha chilena, produzindo uma reportagem. Nessa segunda vez, guiou um grupo de oito fotógrafos entre brasileiros, holandeses, uma espanhola e um irlandês.
Um convite para fazer uma expedição fotográfica no continente gelado soa como música para um fotógrafo. A história da expedição começou oito meses antes, quando André encontrou seu amigo Charlie Flesch, um biólogo brasileiro, habilitado Capitão Amador pela Marinha. Com mais de 30 mil milhas navegadas, Charlie foi chefe de mergulho da Família Schurmann, durante a travessia do Pacífico, em 2015, e tripulante de sete barcos polares, até 2016.
 
 
 
 
 
 
Depois de adquirir seu próprio veleiro polar, que é um barco preparado para enfrentar o frio, tem calefação interna e casco reforçado para romper trechos de mar congelado, Charlie encarou quatro expedições pelos mares do sul, já como capitão.
Foi desse encontro entre Charlie e Dib, que zarpou a ideia de reunir fotógrafos para registrar o continente branco-gelo, numa programação que, diferente dos roteiros turísticos, lhes desse a liberdade para atracar, permanecer por muito tempo e explorar o espaço. Foram 21 dias a bordo.
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